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Ferrari busca renascimento na nova temporada da Fórmula 1

A Ferrari inicia a temporada com cautela após testes no Bahrein, mas recebe elogios de rivais e busca retornar ao topo com Hamilton e Leclerc.

Ferrari busca renascimento na nova temporada da Fórmula 1
Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 100/100

Entenda em 30 segundos

  • A Ferrari inicia a temporada com cautela após testes no Bahrein, mas recebe elogios de rivais e busca retornar ao topo com Hamilton e Leclerc.
  • Após os testes de pré-temporada no Bahrein, no final de fevereiro, nem seus dois pilotos, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, nem o chefe da equipe, Frédéric Vasseur, se mostraram muito otimistas em re…
  • Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.

Resumo da Redação

  • A Ferrari inicia a temporada com cautela após testes no Bahrein, mas recebe elogios de rivais e busca retornar ao topo com Hamilton e Leclerc.
  • Às vésperas de uma temporada de Fórmula 1 marcada por uma mudança radical no regulamento, a tradicional Ferrari, que não conquista um título mundial desde 2008, exibe uma mistura de serenidade e prudência, na esperança…
  • Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.

Por que acompanhar

Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.

Editoria Fórmula 1
Competição FIA Formula One World Championship
Leitura Contexto da Redação

Contexto Placar Vivo

Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.

O que aconteceu

Às vésperas de uma temporada de Fórmula 1 marcada por uma mudança radical no regulamento, a tradicional Ferrari, que não conquista um título mundial desde 2008, exibe uma mistura de serenidade e prudência, na esperança de retornar ao topo da principal categoria do automobilismo.

Após os testes de pré-temporada no Bahrein, no final de fevereiro, nem seus dois pilotos, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, nem o chefe da equipe, Frédéric Vasseur, se mostraram muito otimistas em relação ao novo carro, cujo motor, chassi e aerodinâmica foram redesenhados, de acordo com o novo regulamento técnico.

“As condições dos testes nunca são verdadeiramente representativas e Melbourne será a primeira oportunidade real de medir nossa competitividade em relação aos nossos rivais”, explicou Vasseur em um comunicado da Ferrari divulgado na quarta-feira, antes do Grande Prêmio da Austrália deste fim de semana.

“Ainda há muitas incógnitas e estamos encarando este fim de semana com foco e humildade”, acrescentou o engenheiro francês.

Responsáveis da Ferrari no Bahrein admitiram que a equipe esperaria três ou quatro corridas antes de confirmar os sinais positivos.

Mas, falando à imprensa no circuito de Sakhir, Hamilton parecia muito tranquilo, expressando com um largo sorriso seu “entusiasmo” e sua impressão de que a equipe italiana está “ansiosa” para voltar a vencer.

O “DNA” de Hamilton

“Há um pouco do meu DNA” no novo carro SF-26, “com o qual me sinto muito mais em sintonia” do que em 2025, durante sua desastrosa primeira temporada na Ferrari, na qual o heptacampeão mundial não conseguiu nem sequer um pódio.

Com sua voz suave e jeito elegante, o britânico de 41 anos se recusou a falar sobre suas chances de conquistar um oitavo título, o que o tornaria o piloto mais vitorioso da história.

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Seu companheiro de equipe, Charles Leclerc, de 28 anos, também está entre os favoritos após ser um dos destaques no Bahrein, tendo acumulado milhares de quilômetros e marcado o tempo mais rápido, pouco abaixo de 1 minuto e 32 segundos.

O piloto monegasco, adorado no Principado e casado neste fim de semana com a influenciadora e modelo Alexandra Saint Mleux, de 23 anos, também se absteve de falar sobre a disputa pelos títulos.

“Todos estão escondendo suas cartas na manga”, repetiu ele aos repórteres, se referindo a essa espécie de jogo de pôquer em que os testes e comentários no paddock se transformaram durante a pré-temporada da F1.

Na verdade, foram as três equipes rivais — Mercedes, Red Bull e McLaren — que teceram vários elogios à Ferrari.

“Os tipos de vermelho”

Zak Brown, chefe da equipe McLaren (campeã de 2025), declarou em uma coletiva de imprensa no Bahrein: “Estamos entre os quatro primeiros. Não na liderança, mas é uma temporada longa. Os pilotos de vermelho e os de prata são muito sólidos”, disse ele, se referindo às cores da Ferrari e da Mercedes, respectivamente.

O jovem prodígio italiano da Mercedes, Andrea Antonelli, de 19 anos, considerou a Ferrari “muito competitiva”, enquanto o francês Isack Hadjar, de 21 anos, que inicia sua segunda temporada na F1, a primeira pela Red Bull, acredita que Leclerc será o homem a ser batido.

A Ferrari faz parte da história da Fórmula 1. Fundada por Enzo Ferrari, está presente desde o primeiro Mundial, em 1950, e nunca se ausentou de um campeonato para viver triunfos, crises, fracassos e ressurgimentos.

Ao longo de mais de sete décadas, a equipe conquistou 16 títulos do Mundial de Construtores e 15 do Mundial de Pilotos, com destaque para os sete vencidos pelo alemão Michael Schumacher.

Outros nomes lendários do automobilismo também correram pela Ferrari, como o argentino Juan Manuel Fangio, o austríaco Niki Lauda e o finlandês Kimi Raikkonen, o último a conquistar o Mundial de Pilotos pela escuderia, em 2007.

Segundo a Ferrari, seus pilotos disputaram 1.122 Grandes Prêmios, alcançando 248 vitórias e 836 pódios em três quartos de século.

*Com conteúdo da AFP

Fonte: Gazeta Esportiva - Fórmula 1