Entenda em 30 segundos
- Pierre Gasly deixou claro que interesse da Gucci em se associar à Alpine na Fórmula 1 é um sinal de que a equipe tem potencial para se tornar cada vez mais relevante na categoria
- Como o contrato com a BWT chega ao fim em 2026, o time de Enstone confirmou a marca de moda italiana como patrocinadora principal no próximo ano em diante.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Pierre Gasly deixou claro que interesse da Gucci em se associar à Alpine na Fórmula 1 é um sinal de que a equipe tem potencial para se tornar cada vez mais relevante na categoria
- Em entrevista coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO em Mônaco, na quinta-feira (4), o francês afirmou que esse acordo é um claro sinal de que a equipe realmente está se tornando mais relevante dentro da categoria.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Pierre Gasly deixou claro que interesse da Gucci em se associar à Alpine na Fórmula 1 é um sinal de que a equipe tem potencial para se tornar cada vez mais relevante na categoria
Pierre Gasly admitiu que está entusiasmado para ver os frutos que a Alpine pode colher a partir da nova parceria com a Gucci na Fórmula 1, anunciada há alguns dias. Em entrevista coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO em Mônaco, na quinta-feira (4), o francês afirmou que esse acordo é um claro sinal de que a equipe realmente está se tornando mais relevante dentro da categoria.
Como o contrato com a BWT chega ao fim em 2026, o time de Enstone confirmou a marca de moda italiana como patrocinadora principal no próximo ano em diante. Os valores não foram divulgados oficialmente, mas, segundo o portal inglês The Race, as conversas giram em torno de US$ 150 milhões (R$ 759 milhões, na cotação mais recente) por três temporadas.
A negociação teve participação fundamental de Flavio Briatore, que deixou justamente o mundo da moda para chegar à F1 e levar a Benetton ao título mundial na década de 1990. Além disso, o CEO da Kering, companhia que controla a Gucci, é ninguém menos que Luca de Meo, ex-CEO da Renault e um dos grandes entusiastas do programa na categoria.
Fonte: Grande Prêmio