Em meio a um início de 2026 conturbado, o foco da marca japonesa está gradualmente se voltando para o desempenho
A Honda, parceira da Aston Martin no fornecimento de motores, revelou sua “meta importante” para o próximo GP do Canadá, após uma melhora inicial na unidade de potência da marca japonesa na Fórmula 1.
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A parceria de fábrica, ainda em fase inicial, teve um começo desanimador, com uma clara falta de confiabilidade e desempenho para a Aston, que esperava disputar o campeonato mundial, já que as vibrações do motor Honda danificavam as baterias e geravam preocupações com a saúde dos pilotos.
Houve progresso durante a pausa não planejada de abril, já que um dos AMR26 permaneceu no Japão após a etapa de Suzuka para ser estudado pelos engenheiros da Honda em Sakura, e a Aston conseguiu terminar a corrida sprint e a principal de Miami com os dois monopostos.
“No GP de Miami, confirmamos nossas melhorias na vibração da bateria e a confiabilidade geral da unidade de potência”, confirmou Shintaro Orihara, gerente geral de pista e engenheiro-chefe da HRC, em sua prévia do GP do Canadá na terça-feira.
“Foi também uma oportunidade fundamental para aprender sobre o gerenciamento de energia sob os regulamentos atualizados de 2026, e isso continuará no Canadá".
O foco agora será o desempenho, depois que Fernando Alonso e Lance Stroll se classificaram em 18º e 19º para o GP de Miami, 1s2 atrás do tempo de corte da Q2, embora o espanhol tenha sido prejudicado por um problema na caixa de câmbio que causava “reduções aleatórias de marcha”. A Aston ficou a 78 segundos dos pontos na tarde de domingo.
Lance Stroll, Aston Martin Racing, Fernando Alonso, Aston Martin Racing
Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images
“Em Montreal, que é a corrida em casa de Lance, vamos nos concentrar em melhorar a dirigibilidade e nossa estratégia de gerenciamento de energia para ajudar os pilotos a ganharem mais confiança”, acrescentou Orihara.
“Na verdade, essa é uma meta importante do nosso fim de semana de corrida. Se conseguirmos dar mais confiança aos pilotos para entrarem nas curvas mais rápido e manterem mais velocidade, então vamos melhorar o tempo de volta".
O mecanismo ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização) para fabricantes de motores entrará em vigor pela primeira vez após o GP do Canadá, proporcionando uma chance melhor para a Honda recuperar seu déficit em relação à concorrência.
A Aston Martin, no entanto, não planeja trazer nenhuma atualização significativa até a pausa de verão, considerando que está travando uma batalha com a Cadillac na parte de trás do pelotão, longe da zona de pontos.
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Fonte original: Motorsport.com Brasil - F1