Entenda em 30 segundos
- Nico Hülkenberg afirmou que está aberto à proposta de aumentar a participação dos motores a combustão na Fórmula 1 a partir de 2027, apesar da resistência da Audi
- O posicionamento do alemão chamou atenção, já que a Audi, equipe pela qual corre atualmente, está entre as fabricantes resistentes à mudança.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Nico Hülkenberg afirmou que está aberto à proposta de aumentar a participação dos motores a combustão na Fórmula 1 a partir de 2027, apesar da resistência da Audi
- Durante o dia de imprensa do GP de Mônaco, nesta quinta-feira (4), Nico Hülkenberg afirmou que vê com bons olhos a ideia de aumentar a participação do motor a combustão em relação ao sistema elétrico.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Nico Hülkenberg afirmou que está aberto à proposta de aumentar a participação dos motores a combustão na Fórmula 1 a partir de 2027, apesar da resistência da Audi
A proposta de alterar a divisão de potência dos motores da Fórmula 1 para 2027 ganhou mais um apoiador no paddock. Durante o dia de imprensa do GP de Mônaco, nesta quinta-feira (4), Nico Hülkenberg afirmou que vê com bons olhos a ideia de aumentar a participação do motor a combustão em relação ao sistema elétrico. O posicionamento do alemão chamou atenção, já que a Audi, equipe pela qual corre atualmente, está entre as fabricantes resistentes à mudança.
A discussão envolve a possibilidade de adotar uma divisão de potência de 60% proveniente do motor a combustão e 40% do componente elétrico. O regulamento atual, com peso maior da eletrificação, vem gerando críticas de parte dos pilotos, preocupados com a dependência excessiva da gestão de energia durante as corridas.
Questionado sobre o assunto, Hülkenberg evitou fazer pressão por uma decisão específica, mas admitiu que a proposta para diminuir a importância da parte elétrica pode trazer benefícios para o espetáculo e para os pilotos.
Fonte: Grande Prêmio