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O plano é que a nova divisão fique próxima de 60% de potência por combustão e 40% elétrica, além do aumento do fluxo de combustível dos motores V6 e mudanças na capacidade das baterias para evitar perda de energia durante as voltas.
“Há uma proposta muito interessante para 2027, uma proposta que, na minha opinião, segue exatamente na direção que o esporte deveria tomar”, afirmou no paddock do GP do Canadá. “Infelizmente, como sempre neste esporte, haverá política e interesses diversos envolvidos entre os principais fabricantes. Só posso pedir à FIA e à FOM que sejam firmes no que acreditam ser o certo para o esporte. Mesmo que seja necessário votar, que eles possam se manter firmes e acreditar no que é melhor para o esporte.”
Sainz afirmou que os pilotos apoiam as mudanças, embora considere que o equilíbrio entre combustão e energia elétrica ainda esteja longe do ideal: “Se há energia elétrica, ela deveria ser um adicional, e não uma dependência como temos agora”, declarou. "Para os pilotos e puristas, sempre acreditaremos que 60-40 provavelmente ainda não é o suficiente. Mas pelo menos é algo com que você pode correr até que as corridas de verdade e os motores de verdade voltem em 2030”, concluiu Sainz, que também é presidente da GPDA, a associação dos pilotos da F1. Fonte original: F1 Mania