Entenda em 30 segundos
- Bicampeão da F1 também contou detalhes da melhor temporada da equipe Fittipaldi, em 1978
- O bicampeão revelou o que fez a temporada de 1978 ser a melhor do time brasileiro e os motivos para se aposentar da categoria.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Bicampeão da F1 também contou detalhes da melhor temporada da equipe Fittipaldi, em 1978
- Bicampeão da F1 também contou detalhes da melhor temporada da equipe Fittipaldi, em 1978 Emerson Fittipaldi, após conquistar dois títulos da Fórmula 1 em 1972 e 1974, decidiu montar uma equipe em 1975, a Copersucar-Fitt…
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
Bicampeão da F1 também contou detalhes da melhor temporada da equipe Fittipaldi, em 1978
Emerson Fittipaldi, após conquistar dois títulos da Fórmula 1 em 1972 e 1974, decidiu montar uma equipe em 1975, a Copersucar-Fittipaldi, correndo na própria escuderia de 1976 até 1980. O bicampeão revelou o que fez a temporada de 1978 ser a melhor do time brasileiro e os motivos para se aposentar da categoria.
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"Na verdade, era um carro modificado que tínhamos, o carro com efeito solo", começou Fittipaldi, ao podcast F1: Beyond the Grid. "Foi desenvolvido por Caliri, ex-engenheiro da Ferrari. Ele projetou a aerodinâmica do carro. Ele ajudou muito".
A lenda do automobilismo brasileiro também destacou a performance durante o GP do Brasil de 1978, em que ficou em segundo lugar.
"E, mais uma vez, no Brasil foi fantástico. O GP do Brasil, no início da temporada, terminei em segundo lugar atrás de Carlos , mas à frente de Gilles Villeneuve e de Mario na Lotus que acabou vencendo o campeonato".
"Tínhamos um carro muito competitivo. E, na maioria das corridas, o carro estava bom. O F5A era um carro muito bom, foi mesmo o melhor ano . No final do ano, terminamos à frente da McLaren em pontos, à frente da Renault e da Williams".
Fittipaldi afirmou que, até hoje, gosta de correr, mas que um fator tirou a motivação de continuar na F1 e o fez optar pela aposentadoria da categoria: o efeito solo.
"Eu sempre quero tirar o máximo do carro, da pista e de mim mesmo, porque ainda gosto muito de correr”, continuou. "Comecei a perder a motivação em 1980".
"Uma das razões pelas quais me aposentei, porque os carros com efeito solo total, para mim, é difícil de explicar, mas se você chega ao fim da reta em Silverstone e ainda tem cinco quilômetros até a curva, multiplicando tantas vezes a downforce, então era difícil sentir o limite do carro".
"E isso estava tirando a arte de pilotar para mim. Era só uma questão de ter muita coragem", concluiu.
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Fonte: Motorsport.com Brasil - F1