Entenda em 30 segundos
- A FIA confirmou mudanças importantes para os carros da Fórmula 1 a partir de 2027, em uma decisão que acaba reforçando um alerta feito por Christian Horner em
- Quando as regras para a atual geração de carros começaram a ser desenvolvidas, Horner demonstrou preocupação com o equilíbrio entre combustão e energia elétrica nas então futuras unidades de potência.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A FIA confirmou mudanças importantes para os carros da Fórmula 1 a partir de 2027, em uma decisão que acaba reforçando um alerta feito por Christian Horner em
- O ex-chefe da Red Bull Racing, havia criticado o conceito inicial das novas unidades de potência de 2026 e agora vê a categoria caminhar justamente na direção que defendia.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Na época, muitos contestaram a visão de Horner. Um dos principais opositores foi Toto Wolff, chefe da Mercedes, que acreditava que a equipe alemã estava à frente no desenvolvimento de sua unidade de potência e não queria abrir mão dessa vantagem competitiva. Também surgiram rumores de que a Red Bull buscava mudanças porque enfrentava dificuldades em seu próprio projeto de motor em parceria com a Ford. No entanto, o cenário acabou tomando outro rumo. A Red Bull Powertrains-Ford conseguiu entregar um sistema competitivo, embora Verstappen tenha criticado o conceito desde o início. O tetracampeão não foi o único. Diversos pilotos e até chefes de equipe passaram a reclamar das características das novas unidades de potência após os testes de pré-temporada no Bahrein e as etapas da Austrália, China e Japão. A pressão aumentou a ponto de Andrea Stella, chefe da McLaren, pedir mudanças imediatas. A FIA ouviu as reclamações de pilotos, equipes e fabricantes e promoveu ajustes antes do GP de Miami, quarta etapa do campeonato. Mesmo assim, as alterações foram consideradas insuficientes pelos competidores após a corrida. Depois de uma nova reunião entre as partes envolvidas, a FIA confirmou mudanças mais profundas para 2027. A entidade decidiu aumentar em 50 kW a potência do motor a combustão por meio do aumento do fluxo de combustível, enquanto a parte elétrica será reduzida de 350 kW para 300 kW. Na prática, a categoria se aproxima justamente da divisão 60-40 defendida por Horner alguns anos atrás, algo que agora pode dar ao ex-dirigente da Red Bull um sentimento de 'revanche' após ter sido ignorado inicialmente. Fonte: F1 Mania