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Fórmula 1 voltou a ter o futuro de Max Verstappen como um dos principais temas no paddock do GP do Canadá. A conversa entre Toto Wolff e Jos Verstappen em Montreal, aumentou os rumores sobre uma possível mudança do tetracampeão da Red Bull Racing para a Mercedes.
O encontro aconteceu na quinta-feira (21), durante o dia de atividades de imprensa, em frente ao motorhome da Mercedes. Wolff foi visto conversando publicamente com o pai do piloto holandês, justamente em meio às especulações sobre o futuro de Verstappen na categoria.
Esses rumores envolvendo Verstappen e a Mercedes, ganharam força desde que Lewis Hamilton confirmou sua transferência para a Ferrari em 2025. Na época, Wolff admitiu publicamente que gostaria de contar com Verstappen no futuro, algo que voltou a repercutir diante das dificuldades enfrentadas pela Red Bull na atual temporada e da força da Mercedes na nova era da Fórmula 1.
Apesar da repercussão, o chefe da Red Bull, Laurent Mekies tratou de minimizar o significado da conversa: “Por mais empolgante que isso possa parecer para quem vê de fora, eu realmente não acho que exista uma intenção específica por trás disso”, afirmou durante coletiva de imprensa na sexta-feira em Montreal.
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Foto: XPB Images[/caption]
Segundo Mekies, o contato entre dirigentes e familiares de pilotos é algo comum dentro do paddock: “Se qualquer um desses caras quiser conversar, isso já vira uma história. Nós falamos o tempo todo com Max e com Jos. É completamente natural que eles conversem com Toto. Max esteve pilotando um Mercedes GT3 na semana passada”, disse ele, se referindo à participação do piloto holandês nas 24 Horas de Nurburgring.
O dirigente também rejeitou qualquer ideia de que a conversa tenha sido planejada como uma estratégia política: “Eu sinceramente não acho que isso faça parte de algum jogo para passar uma mensagem”, acrescentou.
Na quinta-feira, Max Verstappen indicou que pode seguir na Fórmula 1 em 2027, caso as mudanças discutidas para os regulamentos dos motores sejam aprovadas. Mekies afirmou que o holandês está preocupado com o futuro da categoria e quer ver os pilotos podendo atacar no limite: “Houve uma abertura fantástica da FIA, da F1 e das equipes para admitir que precisamos fazer algo. Isso é importante para a categoria”, completou.
Fonte original:
F1 Mania