Entenda em 30 segundos
- A Pirelli deu sequência ao desenvolvimento dos pneus que serão utilizados na Fórmula 1 a partir de 2027 com mais uma sessão de testes realizada em
- Os trabalhos fazem parte da fase de definição da estrutura final dos pneus para pista seca.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A Pirelli deu sequência ao desenvolvimento dos pneus que serão utilizados na Fórmula 1 a partir de 2027 com mais uma sessão de testes realizada em
- Nesta terça-feira (7), George Russell e Carlos Sainz participaram do primeiro de dois dias de atividades promovidas pela fabricante italiana.
- Veja a central de Fórmula 1 para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu
A Pirelli deu sequência ao desenvolvimento dos pneus que serão utilizados na Fórmula 1 a partir de 2027 com mais uma sessão de testes realizada em Silverstone. Nesta terça-feira (7), George Russell e Carlos Sainz participaram do primeiro de dois dias de atividades promovidas pela fabricante italiana. Os trabalhos fazem parte da fase de definição da estrutura final dos pneus para pista seca. A decisão precisa ser tomada nas próximas semanas em razão dos prazos de fabricação, além de os regulamentos preverem o congelamento das especificações a partir de 1º de setembro. Ao longo do dia, a programação foi dividida em duas etapas. Pela manhã, os pilotos realizaram "voltas de triagem". Já no período da tarde, o foco passou para "soluções promissoras" voltadas às simulações de corrida de longa duração, em uma sessão disputada com temperaturas de asfalto que chegaram a 46 ºC. Foto: XPB Images Russell foi quem mais permaneceu na pista. O britânico da Mercedes completou 113 voltas, somando 665 quilômetros percorridos, e registrou como melhor tempo a marca de 1min30s695. O cronômetro foi mais rápido que a melhor volta da corrida de domingo, que havia sido de 1min31s777. Pela Williams, Carlos Sainz realizou 61 voltas e marcou 1min33s567 como melhor tempo. O espanhol, porém, teve sua programação reduzida após enfrentar um problema técnico que limitou seu tempo na pista. As atividades em Silverstone terão continuidade na quarta-feira, quando Kimi Antonelli e Alex Albon serão os responsáveis por assumir os carros para o segundo e último dia de testes.
A Pirelli deu sequência ao desenvolvimento dos pneus que serão utilizados na Fórmula 1 a partir de 2027 com mais uma sessão de testes realizada em Silverstone. Nesta terça-feira (7), George Russell e Carlos Sainz participaram do primeiro de dois dias de atividades promovidas pela fabricante italiana.
Os trabalhos fazem parte da fase de definição da estrutura final dos pneus para pista seca. A decisão precisa ser tomada nas próximas semanas em razão dos prazos de fabricação, além de os regulamentos preverem o congelamento das especificações a partir de 1º de setembro.
Ao longo do dia, a programação foi dividida em duas etapas. Pela manhã, os pilotos realizaram "voltas de triagem". Já no período da tarde, o foco passou para "soluções promissoras" voltadas às simulações de corrida de longa duração, em uma sessão disputada com temperaturas de asfalto que chegaram a 46 ºC.
Fonte: F1 Mania