Mohammed Ben Sulayem afirmou etapa de Istanbul Park poderá ser incluída no calendário de 2026 por questões envolvendo corridas canceladas no Oriente Médio
Foto de: James Sutton / LAT Images via Getty Images
Está em discussão a possibilidade de antecipar em um ano o retorno do GP da Turquia de Fórmula 1, originalmente previsto para o próximo ano. O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, anunciou que o Istanbul Park poderia ser considerado nesta temporada para substituir as corridas canceladas no Oriente Médio.
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A F1 e a FIA estão trabalhando em várias opções para reformular o calendário após o cancelamento de duas corridas no Oriente Médio.
Entre os cenários analisados estão a inserção das corridas do Bahrein ou da Arábia Saudita na lacuna entre o Azerbaijão e Singapura, nas datas de 2 a 4 de outubro, ou a realização de uma série de quatro corridas para encerrar a temporada uma semana mais tarde, ou seja, em 13 de dezembro. No entanto, caso as tensões na região continuem, Istanbul Park surge como o plano de emergência mais viável.
A F1 havia confirmado, nos últimos dias, que o GP da Turquia retornaria a partir da próxima temporada, com um contrato de cinco anos até 2031. No entanto, Ben Sulayem destacou que o Istanbul Park também poderia ser uma opção este ano, caso conclua os processos de licenciamento e preparação necessários.
Em declarações à imprensa, o presidente da FIA destacou a importância da logística e a carga de trabalho sobre o pessoal, afirmando que irão tentar facilitar o processo.
“Podemos adiar o calendário em uma semana na região do Catar, podemos adiar tudo. Se isso não for possível, poderemos ir à Turquia este ano, desde que o processo de manutenção e outras exigências sejam concluídos".
“Estamos avaliando qual seria o melhor cenário do ponto de vista logístico. Estamos conversando com os organizadores. Temos que fazer isso sem criar pressão excessiva sobre nossos funcionários. Não se trata apenas de uma questão relacionada aos esportes a motor. É uma situação que envolve a vida das pessoas, a tensão na região e as mudanças".
"O esporte pode esperar. O que é mais importante: a vida humana ou o automobilismo? A prioridade são sempre as pessoas".
"Espero que tudo volte ao normal em breve. No entanto, se as tensões na região se prolongarem até outubro e novembro, a segurança virá em primeiro lugar e não poderemos correr".
Foto: Charles Coates / Motorsport Images
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Fonte original: Motorsport.com Brasil - F1