Curadoria Placar Vivo · Nota editorial: 90/100
Entenda em 30 segundos
- A Fórmula 1 foi obrigada a reduzir o seu calendário em duas corridas com o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita em 2026.
- Um dos meios que o certame consegue gerar receita é através da realização das etapas.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- A Fórmula 1 foi obrigada a reduzir o seu calendário em duas corridas com o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita em 2026. Entretanto, apesar de
- Entretanto, apesar de a categoria estar de olho na situação, ainda não há planos concretos de adicionar mais etapas entre os 22 GPs da temporada 2026, aponta o GPblog.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Editoria
Fórmula 1
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FIA Formula One World Championship
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Contexto da Redação
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

A Fórmula 1 foi obrigada a reduzir o seu calendário em duas corridas com o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita em 2026. Entretanto, apesar de a categoria estar de olho na situação, ainda não há planos concretos de adicionar mais etapas entre os 22 GPs da temporada 2026, aponta o GPblog. Um dos meios que o certame consegue gerar receita é através da realização das etapas. Os promotores locais precisam pagar altas taxas para receberem o mundial em seus países - portanto, com as saídas de Sakhir e Jeddah, os cofres são diretamente afetados, especialmente porque ambas estão entre as etapas que mais pagam no calendário. Alguns dos cenários debatidos em uma reunião feita nesta sexta-feira (8) envolvendo investidores após divulgação dos resultados trimestrais da Liberty Media foram realizar um GP da Arábia Saudita, talvez um no Bahrein em outubro, ou até mesmo uma segunda prova em Las Vegas. Entretanto, segundo o GPblog, nada foi definido.
Ainda de acordo com o portal, a principal barreira para realizar as provas canceladas segue sendo a guerra no Oriente Médio. Caso a situação não se 'normalize', nenhum GP da região será acrescentado ao calendário 2026 da Fórmula 1. Mas caso a situação volte ao 'normal', a categoria tem diferentes alternativas para colocar em prática, mas ainda é muito cedo para apontá-las como certas.
“A única coisa que posso dizer é que temos planos, esperamos não precisar aplicá-los, porque realmente esperamos que a situação para o mundo, não apenas para as corridas, volte ao normal”, disse Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, em uma teleconferência com investidores.

Foto: XPB Images
“Claro que o prazo limite, ou o ponto de corte, é diferente entre aquilo que eventualmente podemos recuperar do que não foi realizado em abril e aquilo que pode ou não acontecer no fim de novembro, começo de dezembro. Estamos, obviamente, alinhando tudo com as equipes e com os promotores, porque isso gera uma grande cadeia de reações”, afirmou o italiano.
“No momento adequado, manteremos todos informados. Mas espero que entendam se evitarmos dizer algo que seria apenas especulação, algo que queremos evitar, porque, como eu disse, a principal esperança é garantir que possamos voltar ao lugar onde deveríamos estar”, acrescentou.
Fonte:
F1 Mania