Alguns dos cenários debatidos em uma reunião feita nesta sexta-feira (8) envolvendo investidores após divulgação dos resultados trimestrais da Liberty Media foram realizar um GP da Arábia Saudita, talvez um no Bahrein em outubro, ou até mesmo uma segunda prova em Las Vegas. Entretanto, segundo o GPblog, nada foi definido.
Ainda de acordo com o portal, a principal barreira para realizar as provas canceladas segue sendo a guerra no Oriente Médio. Caso a situação não se 'normalize', nenhum GP da região será acrescentado ao calendário 2026 da Fórmula 1. Mas caso a situação volte ao 'normal', a categoria tem diferentes alternativas para colocar em prática, mas ainda é muito cedo para apontá-las como certas.
“A única coisa que posso dizer é que temos planos, esperamos não precisar aplicá-los, porque realmente esperamos que a situação para o mundo, não apenas para as corridas, volte ao normal”, disse Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, em uma teleconferência com investidores.
[caption id="attachment_483153" align="alignnone" width="2000"]

Foto: XPB Images[/caption]
“Claro que o prazo limite, ou o ponto de corte, é diferente entre aquilo que eventualmente podemos recuperar do que não foi realizado em abril e aquilo que pode ou não acontecer no fim de novembro, começo de dezembro. Estamos, obviamente, alinhando tudo com as equipes e com os promotores, porque isso gera uma grande cadeia de reações”, afirmou o italiano.
“No momento adequado, manteremos todos informados. Mas espero que entendam se evitarmos dizer algo que seria apenas especulação, algo que queremos evitar, porque, como eu disse, a principal esperança é garantir que possamos voltar ao lugar onde deveríamos estar”, acrescentou.