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Redução de peso e correção em largadas: o que Mercedes prepara para GP do Canadá

A Mercedes prepara mudanças para o Canadá que vão desde a asa dianteira à introdução de uma caixa de câmbio mais leve, tudo para melhorar a performance do W17 e frear o crescimento da McLaren O post Redução de peso e correção em largadas:…

Redução de peso e correção em largadas: o que Mercedes prepara para GP do Canadá
George Russell (Foto: Pirelli)

Única equipe a vencer até o momento na temporada 2026, com exceção da corrida sprint em Miami, a Mercedes ainda busca corrigir falhas pontuais que têm causado dores de cabeça em Toto Wolff, sendo a principal delas a largada, além da necessária redução de peso. E o primeiro passo será visto no próximo final de semana, com o robusto pacote de atualizações introduzido no W17 para o GP do Canadá.

O começo dessas mudanças, na verdade, foi visto na etapa estadunidense, com duas mexidas bem pontuais para melhorar o condicionamento do fluxo de ar e reduzir o arrasto aerodinâmico. Só que as nove atualizações promovidas pela McLaren colocaram Lando Norris na briga pela vitória da corrida em Miami, que só não veio graças ao undercut que colocou Andrea Kimi Antonelli na ponta.

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Foi, no entanto, o alerta para que as novidades já previamente planejadas para Montreal deem certo. De acordo com o portal Motorsport Itália desta quarta-feira (13), o equipe de Simone Resta trabalhou bastante no desenvolvimento em túnel de vento, redução de peso para atingir o valor mínimo de 768 kg e gerenciamento de largada. Espera-se, portanto, mudanças na asa dianteira e no design das coberturas da suspensão dianteira, além da parte inferior da carroceria.

Já para diminuir o peso do carro, a expectativa é que o time de Brackley apronte uma caixa de câmbio mais leve, o que proporcionaria a chance de introduzir um pequeno lastro para auxiliar no equilíbrio.

Kimi Antonelli lidera o Mundial de Pilotos: Mercedes aposta em novidades para manter domínio (Foto: Mercedes)

Com relação às largadas, o trabalho é para amenizar o impacto do turbo maior — consequência da retirada do MGU-H do regulamento atual, que ajudava a colocar o motor na janela de funcionamento. Agora, o turbo tem de fazer isso sozinho, o que obriga os pilotos a subirem o máximo possível a rotação para terem potência na partida. E uma vez que tal problema nas largadas não é visto nos carros da McLaren, que também usam motor Mercedes, o entendimento é que se trata de uma falha na otimização do software.

A Mercedes lidera o Mundial de Construtores com 180 pontos, enquanto Antonelli é o líder do Mundial de Pilotos com 100 pontos, 20 a mais que George Russell, segundo colocado.

Fórmula 1 volta de 22 a 24 de maio com o GP do Canadá, quinta etapa da temporada 2026.

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