Entenda em 30 segundos
- Fernando Alonso voltou a criticar a direção técnica adotada pela Fórmula 1 na era híbrida, e afirmou que a categoria perdeu parte de sua essência competitiva
- As declarações do piloto da Aston Martin surgem em meio às discussões da FIA para alterar novamente os regulamentos das unidades de potência.
- Veja como esse assunto impacta a luta pelo campeonato da FIA Formula One World Championship na central de Fórmula 1.
Resumo da Redação
- Fernando Alonso voltou a criticar a direção técnica adotada pela Fórmula 1 na era híbrida, e afirmou que a categoria perdeu parte de sua essência competitiva
- O espanhol acredita que a busca por eletrificação sacrificou anos de 'corridas puras', e criou um estilo de pilotagem distante do que considera ideal para a categoria.
- Veja a central de Fórmula 1 de FIA Formula One World Championship para acompanhar como esse tema afeta o campeonato de pilotos e construtores.
Por que acompanhar
Na Fórmula 1 — especialmente no contexto de FIA Formula One World Championship, a diferença entre equipes se constrói corrida a corrida: atualizações técnicas, escolhas de pneus, clima e estratégia de pit stop podem mudar completamente o resultado. Entender esse contexto é fundamental para quem acompanha a temporada.
Contexto Placar Vivo
Na Fórmula 1 na FIA Formula One World Championship, cada decisão de bastidores — de atualizações de aerofólio a trocas de motor — pode valer décimos de segundo que definem pódios. O Placar Vivo acompanha o calendário, as corridas sprint e as movimentações técnicas das equipes para dar ao leitor o contexto necessário para entender a temporada.
O que aconteceu

Foto: XPB Images Poucos dias após o GP do Canadá, a FIA também revelou a intenção de revisar os motores previstos para 2027. A proposta inclui aumentar o fluxo de combustível e reduzir a participação elétrica, alterando a divisão atual de potência, próxima de 50% elétrica e 50% combustão, para uma relação mais próxima de 60% e 40%. Alonso, porém, acredita que o conceito atual continua sendo o principal problema: “O DNA dessas unidades de potência será sempre o mesmo, e sempre recompensará andar devagar nas curvas”, afirmou o bicampeão, que também demonstrou ceticismo sobre o impacto das mudanças planejadas pela FIA. O espanhol ainda afirmou que a Fórmula 1 seguiu um caminho equivocado ao apostar fortemente na eletrificação: “A ideia de que o mundo estava indo para a eletrificação e de que esse era o futuro, isso não se aplica às corridas. Corrida é algo diferente”, afirmou o espanhol, antes de lamentar o rumo tomado pela categoria desde a introdução da era turbo híbrida em 2014. “Agora estamos voltando um pouco para 60-40 e, no futuro, talvez menos ainda. Infelizmente tivemos esse período desde 2014, com a era turbo e agora ainda mais, em que perdemos um pouco, quase uma década ou mais, de corridas puras”, concluiu Alonso. As mudanças para 2027 ainda precisam passar por aprovação dos comitês responsáveis da FIA e podem exigir adaptações importantes nos projetos dos carros. Fonte: F1 Mania