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À F1TV, ele foi ainda mais duro: “Foi um dos fins de semana mais desastrosos, honestamente um dos piores, se não o pior da minha carreira. Desde sexta-feira, não tive uma única volta em que pudesse dizer que realmente sentia o carro. Tive a sensação de correr o risco de bater no muro em cada curva, porque os pneus estavam fora da janela ideal”, afirmou.
Leclerc explicou que as dificuldades começaram já no Q1, quando os pneus macios não atingiram a temperatura ideal, prejudicando a aderência e a confiança nas voltas rápidas. Mesmo com melhora no Q3, ele não conseguiu ir além do oitavo tempo, ficando a cerca de quatro décimos da pole position de George Russell.
“Tivemos esse problema desde o Q1... no Q3 as coisas melhoraram, fiz uma volta aceitável, mas oitavo não é suficiente”, disse.
Para a corrida, a previsão indica possibilidade de chuva, o que pode aumentar ainda mais as incertezas. Leclerc, porém, teme que isso complique ainda mais sua situação: “Acho que toda a corrida pode ser um grande ponto de interrogação. A chuva pode complicar ainda mais as coisas. Até agora, meus problemas têm estado ligados às temperaturas”, concluiu. Fonte original: F1 Mania